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Iryna Khayetska
Iryna Khayetska
Ramos do Invisível
Óleo sobre tela
Dim.: 80x120cm
"Ramos do Invisível' nasceu de um silêncio interno que, por fim, encontrou forma. Nesta tela, explorei o entrelaçar do que não se vê mas se sente — emoções cruas, raízes invisíveis que crescem por dentro e rompem a superfície. A figura central, de olhos fechados, não foge nem enfrenta: ela habita esse espaço de vulnerabilidade onde o corpo se deixa atravessar. Os tons vermelhos são veias de instinto, memória, dor e renascimento. Este é um retrato daquilo que não tem nome — mas que nos molda por dentro.
Ramos do Invisível
Óleo sobre tela
Dim.: 80x120cm
"Ramos do Invisível' nasceu de um silêncio interno que, por fim, encontrou forma. Nesta tela, explorei o entrelaçar do que não se vê mas se sente — emoções cruas, raízes invisíveis que crescem por dentro e rompem a superfície. A figura central, de olhos fechados, não foge nem enfrenta: ela habita esse espaço de vulnerabilidade onde o corpo se deixa atravessar. Os tons vermelhos são veias de instinto, memória, dor e renascimento. Este é um retrato daquilo que não tem nome — mas que nos molda por dentro.
$752.85
Original: $2,509.50
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Description
Iryna Khayetska
Ramos do Invisível
Óleo sobre tela
Dim.: 80x120cm
"Ramos do Invisível' nasceu de um silêncio interno que, por fim, encontrou forma. Nesta tela, explorei o entrelaçar do que não se vê mas se sente — emoções cruas, raízes invisíveis que crescem por dentro e rompem a superfície. A figura central, de olhos fechados, não foge nem enfrenta: ela habita esse espaço de vulnerabilidade onde o corpo se deixa atravessar. Os tons vermelhos são veias de instinto, memória, dor e renascimento. Este é um retrato daquilo que não tem nome — mas que nos molda por dentro.
Ramos do Invisível
Óleo sobre tela
Dim.: 80x120cm
"Ramos do Invisível' nasceu de um silêncio interno que, por fim, encontrou forma. Nesta tela, explorei o entrelaçar do que não se vê mas se sente — emoções cruas, raízes invisíveis que crescem por dentro e rompem a superfície. A figura central, de olhos fechados, não foge nem enfrenta: ela habita esse espaço de vulnerabilidade onde o corpo se deixa atravessar. Os tons vermelhos são veias de instinto, memória, dor e renascimento. Este é um retrato daquilo que não tem nome — mas que nos molda por dentro.
















