




Iryna Khayetska
Iryna Khayetska
OPEN MIDE
Óleo sobre Tela
Dim.:80x120cm
“OPEN MIDE” apresenta-nos uma figura etérea, simultaneamente delicada e inquietante. O olhar é direto, quase hipnótico, mas o que verdadeiramente prende o espectador é o terceiro olho — um enorme íris dourado que se abre a partir de uma fenda no crânio, como se a mente se rasgasse para revelar o seu centro mais instintivo.
Os elementos visuais misturam o realismo técnico dos traços faciais com o surrealismo de um mundo interno tornado visível: a pele lisa contrasta com as bordas partidas que parecem casca, os tecidos brancos criam um ambiente cerimonial e silencioso, quase ritualístico.
Este “olho interior” escorre levemente para baixo, como se a consciência se materializasse em matéria viva. É uma metáfora para o despertar, para o acesso a uma camada mais profunda de perceção — ou, talvez, para o fardo de ver demais.
A obra dialoga com temas de visão expandida, vulnerabilidade psíquica e revelação do eu, mantendo o equilíbrio entre beleza e estranheza.
Original: $3,028.71
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Envio & Devoluções
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Description
Iryna Khayetska
OPEN MIDE
Óleo sobre Tela
Dim.:80x120cm
“OPEN MIDE” apresenta-nos uma figura etérea, simultaneamente delicada e inquietante. O olhar é direto, quase hipnótico, mas o que verdadeiramente prende o espectador é o terceiro olho — um enorme íris dourado que se abre a partir de uma fenda no crânio, como se a mente se rasgasse para revelar o seu centro mais instintivo.
Os elementos visuais misturam o realismo técnico dos traços faciais com o surrealismo de um mundo interno tornado visível: a pele lisa contrasta com as bordas partidas que parecem casca, os tecidos brancos criam um ambiente cerimonial e silencioso, quase ritualístico.
Este “olho interior” escorre levemente para baixo, como se a consciência se materializasse em matéria viva. É uma metáfora para o despertar, para o acesso a uma camada mais profunda de perceção — ou, talvez, para o fardo de ver demais.
A obra dialoga com temas de visão expandida, vulnerabilidade psíquica e revelação do eu, mantendo o equilíbrio entre beleza e estranheza.
















